Explicações Porto, Revisão de Texto, Orientação de Trabalhos e Teses

Publicado por Joana | Categoria: Aulas particulares, Explicações, Porto, Revisão Textual | Em 20-06-2011

11

Share on Twitter

Sou doutoranda em Relações Internacionais na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Realizo trabalhos de revisão textual (artigos, livros, teses, etc.), em Português, aos níveis da correção ortográfica/sintática, pontuação, concordância, acentuação, estilo linguístico, etc.

Auxilio na elaboração de trabalhos académicos e oriento teses de mestrado e doutoramento, aos níveis da forma e conteúdo, na área das ciências sociais e humanas, e ao nível da forma, nas restantes áreas.

Dou explicações de Português, História A, Sociologia e Psicologia, a todos os níveis de ensino, preparo alunos para os exames nacionais e dou aulas particulares de Espanhol (A1/2, B1/2), na zona do Porto.

Explicações Porto

Publicado por Joana | Categoria: Aulas de Línguas, Aulas particulares, Explicações, Orientação Trabalhos Académicos, Porto, Revisão de Teses de Mestrado, Revisão Textual, Teses Mestrado e Doutoramento | Em 30-06-2011

0

Share on Twitter

Encontro-me disponível para:

  • explicações de Espanhol, no Porto.
  • explicações de Português, no Porto.
  • explicações para o exame nacional de Português.
  • explicações para o exame nacional de História A.
  • trabalhos de revisão textual (artigos, livros, teses, etc.), em Português.
  • auxilio na elaboração de trabalhos académicos e orientação de teses de mestrado e doutoramento.
  • explicações de Sociologia e Psicologia, a todos os níveis de ensino.

 

 

América Pré-Colombiana: Universos Compartimentados?

Publicado por Joana | Categoria: Artigos Científicos, Revisão Textual | Em 15-08-2011

0

Share on Twitter

 

Encontro-me disponível para a realização de trabalhos de revisão de texto.

Por Joana Castro Pereira

A população da América pré-colombiana não deverá ter sido inferior a 50/60 milhões de indivíduos e poderá até ter atingido os 80 milhões. Este era um universo marcado por profundas diferenças: existiam desertos e formigueiros humanos, cujos povos viviam da caça e da recoleção, enquanto que, noutros locais, se encontravam povos que haviam criado uma agricultura evoluída, domesticado plantas e utilizado os recursos da irrigação. Pierre Chaunu distingue três níveis de povoamento: um mais elevado, com uma densidade populacional de 8 a 50 habitantes por km2 (ex.: terras altas do México Central, no coração do Império Asteca, e das bacias interandinas, vales de Cuzco, etc.), em que o desenvolvimento económico associado a uma organização política elaborada conduziu ao surgimento de cidades de grande dimensão e de arquitetura impressionante – de Chihuahua a Atacama encontra-se uma longa

Evolução Demográfica e Consequências – Séculos XVIII, XIX e XX

Publicado por Joana | Categoria: Artigos Científicos, Aulas particulares | Em 19-08-2011

0

Share on Twitter

 

Encontro-me disponível para aulas particulares/explicações de Espanhol, na zona do Porto.  

Por Joana Castro Pereira

Entre 1800 e 1914, a população mundial quase duplicou.

Na China, entre 1750 e 1851, o crescimento da população terá sido elevado, podendo ser explicado pela ausência de guerras, pela melhoria das técnicas agrícolas, pela conquista de terras novas e pela colonização das províncias do Sul. Em meados do século XIX, reaparece o desequilíbrio população-recursos. O mundo rural, privado de terras, retoma uma agitação cada vez mais violenta, enquanto o ritmo de crescimento de uma população subalimentada tende a enfraquecer.

No Japão, entre 1721 e 1872, o crescimento é particularmente pequeno. O recrudescimento surgiria na segunda metade do século XIX. A estabilidade da população supõe um comportamento demográfico especial. Havia um grande desequilíbrio entre sexos, pelo que é provável que o infanticídio tenha sido amplamente praticado. O atraso da idade do casamento e a baixa média de nascimentos por casamento, assim como o intervalo intergenésico pouco favorável ao crescimento populacional, são, igualmente, fatores explicativos desta realidade. Há também um conjunto de fatores naturais que podem ter influenciado a evolução demográfica do Japão: erupções vulcânicas e más colheitas. O grande desenvolvimento populacional teve lugar em Tóquio.

Para lá da “Cultura”: Espaço, Identidade e a Política da Diferença

Publicado por Joana | Categoria: Artigos Científicos, Aulas de Línguas, Revisão Textual | Em 28-08-2011

0

Share on Twitter

 

Encontro-me disponível para aulas particulares/explicações de Português, no Porto.

Por Joana Castro Pereira

Na esfera das Ciências Sociais, as representações de espaço são, frequentemente, sinónimo de quebra, rutura e disjunção. Sociedades, nações e culturas encontram-se associadas a uma divisão espacial “naturalmente descontínua”, a qual assume um papel central na teorização de noções como contacto, conflito e contradição entre diferentes culturas e sociedades. A comum representação do mundo como um espaço intrinsecamente fragmentado, dividido em diversas sociedades nacionais, cujas raízes germinam de sementes situadas “no seu devido lugar”, contribui para a indissociabilidade dos conceitos de cultura e sociedade em relação aos nomes de estados-nação, de modo que tendemos a sustentar que cada país personifica os seus próprios corpo social e cultura.[i]

Serão os espaços geográficos nos quais admitimos que as culturas e sociedades se enquadram inevitavelmente nações? Será legítimo mapear culturas em lugares, assumindo isomorfismo entre espaço, local e cultura? Um olhar mais profundo e atento sobre a realidade permitir-nos-á descortinar uma série de obstáculos à associação imediata entre cultura/sociedade e estado-nação/locais específicos: em primeiro lugar, deparar-nos-emos com a existência de áreas de cultura que transpõem os limites de um único estado-nação, abarcando então uma área bastante mais extensa; em segundo lugar, consciencializar-nos-emos da existência de diversas nações multiculturais, verdadeiras provas de que as culturas não mais se encontram enraizadas em locais específicos, no seio das quais se procura envolver uma pluralidade de culturas, num molde de identidade nacional; de forma semelhante, também as subculturas tentam preservar a ideia de “culturas distintas”, ao mesmo tempo que o seu conceito reconhece a relação de diferentes culturas com uma cultura dominante, dentro do mesmo espaço geográfico; contrariando os mapas etnográficos que, de uma forma errónea, indicam a distribuição espacial de povos, tribos e culturas, concluiremos que o próprio espaço acaba por transformar-se numa espécie de rede neutra, na qual se encontram inscritas a diferença cultural, a memória histórica e a organização societal; tendo em mente os habitantes fronteiriços, não parece razoável encarar as culturas como fenómenos separados, ocupando espaços descontínuos; presos a uma lógica de isomorfismo entre lugar e cultura, ser-nos-á extremamente difícil discernir qual a cultura daqueles cuja vida se baseia na passagem de fronteiras (trabalhadores migrantes, nómadas, membros do comércio transnacional); a disjunção entre lugar e cultura é especialmente clara no caso de imigrantes, refugiados, exilados e expatriados, indivíduos que transpõem as fronteiras de modo permanente; por último, em termos de pós-colonialidade, há que questionar – a que lugares pertencem as culturas híbridas que dela advêm? A pós-colonidade é, assim, mais um fator problemático na relação entre espaço e cultura.[ii]

Política Social Global

Publicado por Joana | Categoria: Artigos Científicos, Revisão Textual | Em 02-09-2011

0

Share on Twitter

 

Trabalhos de revisão de texto, no Porto.

Por Joana Castro Pereira

“Los Estados parecen ser demasiado grandes para las cosas pequeñas, y demasiado pequeños para las grandes.” (PNUD, 1997: 101)

O relatório de 1999 do Instituto de Pesquisa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Social, intitulado States of Disarray: The Social Effects of Globalization, alertava já para a necessidade de repensar o desenvolvimento social: ”(…) social issues will resolve themselves of their own accord: dynamic, well-functioning markets will not just create wealth, they will also resolve problems of welfare. Recent events have demonstrated  with awful clarity the depth of this fallacy – and its catastrophic consequences”, pelo que “the world is now paying a heavy price for putting social issues in abeyance.” Face às profundas desigualdades mundiais, “the time has come to extend (…) [equal] principles  internationally: to focus attention on global citizenship.” (UNRISD, 1999)

Existe, de facto, uma insatisfação crescente face ao sistema económico capitalista:

“Pela sua variante neoliberal, (…) pela cegueira perante as desigualdades sociais, pela globalização excludente e insidiosa através das cadeias internacionais de produção, pela deslocalização do emprego à escala global, pela insensibilidade face aos “processos de destruição criadora” que esgotam precocemente os recursos, pelos custos sociais da desregulação laboral, pela delapidação dos recursos não renováveis, pela criação de necessidades, enfim, pela “corrosão do caráter” dos próprios agentes económicos.” (Hespanha, 2009: 49)

Direito Internacional: Breve Historiografia

Publicado por Joana | Categoria: Artigos Científicos, Aulas de Línguas, Aulas particulares, Explicações, Orientação Trabalhos Académicos, Porto, Revisão Textual, Teses Mestrado e Doutoramento | Em 09-09-2011

0

Share on Twitter

Encontro-me disponível para:

. trabalhos de revisão de texto (correção ortográfica, sintática, concordância, etc.);
explicações de Espanhol, no Porto;
. explicações de Português, no Porto;
orientação de teses de mestrado e doutoramento, no Porto;
. aulas de preparação para o exame nacional de Português;
. aulas de preparação para o exame nacional de História A.

Por Joana Castro Pereira

A maioria dos juristas reconhece o nascimento de um direito internacional a partir da Paz de Vestefália (1648) – esta marca o fim da Guerra dos 30 anos, estabelecendo regras de convivência entre os Estados de uma Europa Católica.

É inegável que os povos da Antiguidade mantinham já relações exteriores, comercializando entre si, enviando embaixadores, vinculando-se por meio de tratados, etc. No entanto, estas relações eram reguladas, de modo muito incipiente, por normas e princípios desprovidos de caráter jurídico, pelo que não é possível falar em “direito”. Durante a Idade Média, com a República Cristiana, a Igreja é a grande influência da vida europeia e o Papa a referência das relações internacionais, tendo poder para, por exemplo, liberar um chefe de Estado do cumprimento de um tratado. A humanização da guerra constitui a grande contribuição da Igreja durante o período medieval.

Na Idade Moderna, Hugo Grotius, com o seu célebre tratado Sobre o Direito da Paz e da Guerra (1625), obtém o estatuto de Pai do Direito Internacional e propõe o afastamento do Papa, defendendo a secularização do Direito. No ano 1648, os Tratados de Vestefália conduzem ao abandono das pretensões medievais de unidade política da Cristandade Ocidental (a República Cristiana), permitindo a institucionalização e consolidação da teoria da soberania do Estado. O Estado soberano, com poder absoluto e exclusivo sobre um território e uma população, passa a ser a principal entidade política das relações internacionais. Passo a passo, a Europa caminha para uma organização política alicerçada na ideia de que a cada nação corresponde um Estado (Estado-nação). Mais tarde, após o período marcado pela França Napoleónica, há necessidade de reafirmar a unidade, a segurança e a igualdade entre os Estados europeus. O Congresso de Viena (1815), que encerra a Era Napoleónica, concede um grande impulso ao Direito Internacional, na medida em que aponta na direção da internacionalização dos grandes rios europeus (ex.: Reno), declara a neutralidade perpétua da Suíça e, pela primeira vez na História, adota uma classificação para os agentes diplomáticos.

As Raízes do Expansionismo Alemão

Publicado por Joana | Categoria: Artigos Científicos | Em 16-09-2011

0

Share on Twitter

 

Por Joana Castro Pereira

A  ideia de uma Grande Alemanha precede a invasão da Polónia, a chegada de Hitler ao poder e até mesmo a criação do Partido Nazi. O que ocorreu entre 1938 e 1945 foi o culminar de uma ideia mais antiga.[1]

1848 foi um ano revolucionário para a Europa, durante o qual se assistiu à deposição de vários monarcas em diferentes países. Em Frankfurt, reuniu-se uma Assembleia Nacional Alemã para debater a união política, a liberdade de imprensa e a necessidade de uma construção moderna, “beneath a giant painting of Germania –a rather solidly built maiden in classical robes holding a sword triumphantly unsheathed in one hand and the flag of the German nation in the other.” [2]

Para muitos, a assembleia possibilitou vislumbrar um caminho não seguido, a expressão de um espírito alemão democrático, espírito esse que, poupado ao militarismo prussiano, poderia ter evitado à Europa uma série de guerras. No entanto, Namier , um historiador britânico, discordava desta teoria.[3]

Namier considerava que o verdadeiro espírito de 1848 havia triunfado e que os deputados de Frankfurt, com a sua aspiração a uma Grande Alemanha, haviam aberto caminho ao flagelo nazi. O historiador acreditava mesmo não haver um grande fosso entre os alemães liberais do séc. XIX e os nacional-socialistas do séc. XX, isto porque partilhavam dois elementos extremamente importantes: o amor pela nação e o ódio aos eslavos. Assim, Namier descortinou as raízes do expansionismo alemão nos discursos proferidos em Frankfurt, nos quais ficou patente o desejo de contemplar uma pátria unificada, com superioridade cultural e económica, a qual acabaria por atrair checos, polacos e outros eslavos. No seio da Assembleia Nacional Alemã, havia sido igualmente debatido o domínio de um território que se estenderia do Báltico ao sudeste da Europa, tendo sempre em mente a ideia de um Estado-Nacional forte e poderoso , assim como a rejeição da hipótese de os alemães poderem, alguma vez, tornar-se uma minoria. [4]

1848 foi então o momento em que o parlamento alemão revelou, pela primeira vez, capacidade para destruir a paz do continente europeu. As diferenças políticas já não seriam resolvidas exclusivamente por reis e diplomatas, porque envolviam agora aspirações de populações inteiras, que cada vez mais enfatizavam a importância da terra, da língua e do sangue. Assim, a missão de um hipotético Estado-Nação alemão seria a de aglomerar todos os alemães dentro das suas fronteiras e proteger os membros da nação da influência de um vizinho eslavo.[5]

A Criação da Grande Alemanha

Publicado por Joana | Categoria: Artigos Científicos, Aulas de Línguas, Aulas particulares, Explicações, Orientação Trabalhos Académicos, Porto, Revisão Textual, Teses Mestrado e Doutoramento | Em 25-09-2011

0

Share on Twitter

Encontro-me disponível para:

. trabalhos de revisão de texto (correção ortográfica, sintática, concordância, etc.);
explicações de Espanhol, no Porto;
. explicações de Português, no Porto;
orientação de teses de mestrado e doutoramento, no Porto;
. aulas de preparação para o exame nacional de Português;
. aulas de preparação para o exame nacional de História A.

Por Joana Castro Pereira

A 7 de março de 1936, as tropas alemãs procederam à remilitarização da Renânia e violaram assim parte do Tratado de Versalhes. Esta foi a primeira ação expansionista de Hitler e o primeiro passo para a guerra de 1939-1945. As potências ocidentais não reagiram: a França estava em plena campanha eleitoral e o governo inglês julgou não haver nada a fazer. As tropas foram recebidas com grande entusiasmo e a operação apoiada em massa pela população alemã.[1]

Em julho de 1936, a Áustria concordou em seguir uma política externa baseada no princípio de que o país “se considerava como um estado alemão”. No ano seguinte, Hitler deu ênfase ao “objetivo da política alemã em assegurar e preservar a comunidade racial e alargá-la”. Em 1938, os esforços do governo austríaco para encurralar os nacionais-socialistas viravam-se contra si e, sob grande pressão alemã, o Chanceler austríaco Schuschnigg foi forçado a levantar a proibição do Partido Nazi, a amnistiar os homicidas condenados e mesmo a conceder cargos importantes a candidatos nazis. Esta era a estratégia “evolucionária” que Hitler propunha aos líderes nazis austríacos: faria com que uma invasão ou um motim fossem desnecessários e conduziria à ocupação da Áustria a partir de dentro, já que, dizia o Führer, uma solução através de meios violentos não era desejável. No entanto, ficou surpreendido por saber, pouco depois, que Schuschnigg planeava um plebiscito com o objetivo de clarificar a posição da população relativamente a este assunto. Hitler abandonou a sua aproximação “evolucionária” e ameaçou uma invasão caso o Chanceler não fosse substituído por Seyss-Inquart, o Ministro do Interior pró-nazi.[2]

Sob imensa pressão, Schuschnigg acabou por se demitir na noite de 11 de março e Seyss-Inquart tomou posse na mesma noite. Após a receção triunfante de Hitler em Linz, este proclamou um Anschluss, através do qual o país, as suas leis e a sua administração seriam integrados dentro do estado alemão. A Áustria deixou de ter uma identidade: foi renomeada Ostmark e tratada como uma província alemã. A lei alemã foi gradualmente estendida a todo o país e as suas instituições governativas dissolvidas ou subordinadas às equivalentes alemãs. Com a marcha ininterrupta da Wehrmacht para a Áustria, foi feita a primeira grande descolagem da ordem territorial de Versalhes: o Grande Reich alemão começavaa emergir, tal como Hitler prometera.[3]

Espanhol

Publicado por Joana | Categoria: Aulas de Línguas, Aulas particulares, Explicações, Porto | Em 02-10-2011

0

Share on Twitter

Explicações de Espanhol, no Porto.

Por Joana Castro Pereira

O Espanhol ou Castelhano é uma língua românica, cujas raízes remontam ao norte da atual Espanha (Castela, terra dos castelos), formada durante mais de um milénio, num processo evolutivo marcado por três fases: o Espanhol Medieval ou Castelhano Antigo (séculos X a XV), o Espanhol Moderno (século XVI a XVII) e o Espanhol Contemporâneo, hodierno da criação da Real Academia Espanhola, em 1713.

A base do idioma é o Latim popular, língua disseminada em Espanha a partir dos finais do século III a.C., onde integrou, entre os séculos III e VI, os germanismos do latim falado pelos bárbaros romanizados que invadiram a Península Ibérica. Numa fase ulterior, fruto de oito séculos de ocupação muçulmana na península, o Árabe exerceu uma influência determinante para a formação do Espanhol, ao qual deixou um legado de cerca de quatro mil vocábulos.

Durante os séculos XV e XIX, a construção do Império Espanhol levou o idioma às Américas, a África e à região da Ásia-Pacífico, pelo que, atualmente, este conta com 329 milhões de nativos, sendo o Espanhol a segunda língua mais falada em todo o mundo. Relativamente ao número de falantes nativos, o idioma é ultrapassado, apenas, pelo Mandarim.